quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Meu peito sofre
É dor de amor, sim senhor
Pensamento que não cessa
É nosso encontro
Nosso beijo
Já não sei rimar como antes
Meu peito perdeu força nas palavras
Nas paredes
Como eu queria ser dono do tempo

domingo, 7 de maio de 2017

Quando você entender que o nosso amor foi interrompido, você também vai sentir saudades de mim.
Vai me perceber nos momentos da tua vida e vai ter que explicar pra tua cama a minha ausência.
Quando perceber que nosso amor foi interrompido, mesmo com raiva das nossas brigas, vai entender que nossa separação não foi tão natural assim.
Eu posso dizer que o sentimento vai perdurar, pq amor de verdade não acaba assim.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Véu

Sem você
O tempo destoa pra trás
O ontem é o logo mais
E o hoje é tão distante
Diz tanto
Adiante.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Pelos meus melhores dias.

Hei de grudar teu cheiro nas narinas,
Hão de ficar as lembranças dos teus abraços
E os desejos dos teus braços,
E os beijos entrelaçados
E os percalços do caminho.
No fim o gosto dos nossos vinhos,
Vão me trazer lembranças boas.

Teu toque agora é tatuagem
Guardado em meu peito,
Teu beijo será a mais linda das lembranças,
E o meu amor será sempre o maior.

Pra ti eu dedico esse poema,
Que em onda levou meu coração,
E como o mar revolto, sinuoso
E a tormenta desse sentimento,
Eu prometo amor a ti,
Minha eterna paixão.
Mariana.

É poema bobo, eu sei...
Como qualquer grande amor.

domingo, 4 de setembro de 2016

O Peso

Através do vento
A brisa late
E eu sinto como o tempo
Ao ombro arde,
É o peso de mil mundos
Sobre a minha cabeça

A pele desnuda
E o corpo em febre
Não é tão viril,
Quando se mede
O peso sobre a minha cabeça



5/9/16 Matheus.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Eu

As vezes eu sinto uma tristeza tão grande
Que eu tenho vontade de sucumbir
É tão pra dentro que as vezes penso
Em me engolir.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Relativamente

Real e ativamente, meus pensamentos se quebram por si só dentro de mim.
Eu sou um daqueles! Talvez o que tenha ficado aqui sozinho, esperando pela morte. Ou o que tenha ido e experimentado a vastidão do tempo passar devagar. Não importa! A solidão pegou os dois de reféns e, no curto tempo curvo, ainda não há jeito de voltar e refazer ou desfazer os erros. Temos dois em um ou, um em dois, como quiser. Nada pode ser feito... São só ondas!
E é de ondas que é feito a lei do retorno. O que plantar é o que vai colher!
As minhas colheitas são feitas a sombra da minha indiferença, porque é nela que eu recosto do calor infernal do retorno das minhas atitudes. Será que o que se passa é o que de fato se passou? E que pela vida que vivi isso é tudo que eu mereça ter?
Talvez tenha sido dessa ideia, a de contra-retorno que se tenha surgido a palavra "revolta".
Re-volta! Mesmo sobre o solo pobre, é banhando as raízes que todos iremos de colher, não o que plantamos, mas o que merecemos.
Nossas atitudes são o que plantamos, e a reposta a elas, o que nasce... Mas o que colhemos, é o resultado de como tratamos essas respostas. Sempre há mais um dia. Talvez nem sempre... Mas nunca é tarde.


13-01-2015